quarta-feira, 5 de abril de 2017

Análise sobre o "Regime Militar" por João Artur


Via rede social, o historiador aracoiabense, professor João Artur, com currículo e autobiografia no final desta postagem, analisa o período conhecido por muitos como Ditadura Militar, marcado pelo golpe contra o governo democrático de João Goulart. Segue sua análise:
"No dia 31 de março de 1964 era instaurado no Brasil o Regime Militar, após um golpe contra um governo democraticamente eleito, período obscuro e tenebroso que só findou no ano de 1985, com a volta do movimento popular pela redemocratização. 53 anos após esse golpe, outro vem sendo a cada dia implantada em nosso país. Que as atrocidades do passado não fiquem na poeira do esquecimento, mas que sirva de memória ativa para nos dar força e inspiração para lutarmos por um Brasil melhor." 
"Ainda sobre o 31 de março de 1964. Sabe aquela (s) pessoa que insiste em defender que para o país melhorar é preciso instaurar um regime ditatorial? Pois bem, sistemas políticos que são impostos por vias que não são democráticas precisam do uso da força para se manterem no poder. Não há legitimidade, assim, recorre-se a censura e a repressão como forma de desmobilizar a oposição. Na imagem que ilustra este post o ilustrador Bruno Maron retratou as várias técnicas de tortura cometidas pelos militares e agentes da repressão durante a ditadura militar brasileira.
Dentre as técnicas, as mais utilizadas eram choques elétricos, estupros, pancadas e pau de arara. Sob a justificativa de manter o país 'seguro' e salvo dos 'inimigos internos', a Ditadura Militar (1964-1985) matou e torturou centenas de pessoas no país. (Fonte: Reviver a História)"
O professor encerra o texto com a hastag: nada justifica a violência.

Um pouco da autobriografia do professor Artur: 
Reside em Aracoiaba - Ceará. Com Graduação em "História" pela Universidade Estadual Vale do Acaraú - UVA; "Bacharel em Humanidades" pela Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro Brasileira - UNILAB e Pós Graduado em "História do Brasil" pelo Instituto  de Teologia Aplicado - INTA. Membro-Sócio da Associação Nacional de Historiadores - ANPUH.

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