quinta-feira, 3 de setembro de 2015

A Paz Utópica

Todos os dias deparamo-nos com a realidade do mundo, as constantes maldades que nos assolam, nos indignamos com tudo isso, tememos a cada momento essa realidade. Triste, mas e o que fazemos para mudar? Voltamos a mesma proposição de que somos incapazes de mudar algo, somos e vivemos por nossa própria existência, egoísta não? Só na teoria. É só observar o quanto sustentamos esse sistema, por parte de uma simples palavra, a prática. Aprendemos com a religião a bondade e a força para uma vida supraterrena ótima, divina e que saibamos amar e respeitar o outro, isso mesmo, já consta em nossa memória a carência de prática, pois desrespeitamos de todas as formas, tanto na religião quanto no modo de viver do outro. A contribuição significativa dos valores, os bons valores, perdidos no tempo e espaço, por mais que pensamos neles, muitas vezes nós não o praticamos. Bom, mas o que falar das relações interpessoais? O Direito visa o bem comum, o interesse coletivo, a justiça e até mesmo a bondade, tendo como seu principio a liberdade, tendo-a em vista intocável. E o que fazemos? Furamos filas; praticamos pequenas corrupções, às vezes muitas; não vemos o BEM COMUM e sim o BEM INDIVIDUAL, somos egoístas e aceitamos o “jeitinho brasileiro”. Somos capazes mesmo, sem ética alguma, atingir a PAZ? Estamos certos quando falamos que nada é correto, será que não temos uma parcela de culpa em tudo isso? Avalie-se, veja se tem alguma felicidade (critico-a também), alguma razão de viver sem gosto algum de bondade. A PAZ UM DIA EXISTIRÁ? LEMBRE-SE, temos uma parcela de culpa, e no final, tu mesmo irás dizer a que ponto chegará e se devemos mesmo nos indignar com as maldades presentes no mundo.

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